Animais Marinhos
Animais que vivem principalmente ou exclusivamente no mar.
O mar é tão grande e profundo, que conhecemos apenas uma pequena parte dos seus moradores.
Alguns deles, por acaso boiaram quando morreram....e só assim é que ficamos sabendo da sua existência, pois não temos ainda tecnologia para chegar na profundidade em que eles vivem.
O mar é tão grande e profundo, que conhecemos apenas uma pequena parte dos seus moradores.
Alguns deles, por acaso boiaram quando morreram....e só assim é que ficamos sabendo da sua existência, pois não temos ainda tecnologia para chegar na profundidade em que eles vivem.
Procuramos vida no espaço, quando ainda não conhecemos nosso próprio planeta.
Abaixo alguns dos grupos mais conhecidos de animais marinhos, mas como este site está em expansão contínua, ainda serão acrescentados vários grupos, no decorrer dos próximos meses.
Nem todos os animais que vivem na água conseguem viver na água
salgada, isso acontece porque a água do mar é mais concentrada do que a do rio.
Seum peixe de água doce vai para o mar, perde muita água do seu corpo (por
osmose), pois a água do mar é mais concentrada que o corpo do peixe de água
doce.
Pode até parecer irônico, mas é a realidade, ele morreria
desidratado, dentro da água.
O mesmo aconteceria com uma pessoa, se bebesse apenas água salgada
(um náufrago por exemplo), morreria desidratado, com um mar de água em volta.
A vida marinha é tão complexa quanto frágil. E é bem provavel que
extingam-se muitas espécies antes mesmo que tenhamos a chance de
conhecê-las. E conhecendo-as, como compreendê-las?
Meros
O mero (Epinephelus itajara) é um peixe que pertence à família dos serranídeos, e representa, juntamente com garoupas, chernes e badejos, uma das maiores espécies de peixes marinhos, podendo chegar a pesar de 250 kg a mais de 400 kg e medir 2,7 metros.
O Mero também conhecido como Senhor das Pedras seu formato é arredondado e chega a ultrapassar dois metros de comprimento. Porém ao se aproximar, você se depara com um peixe, que apesar de sua imponência, permite que as mãos humanas passeiem por sua pele escamosa.

Napoleão
Cheilinus undulatus da família Labridae.
Trata-se de um peixe de grande porte e inofensivo, e hoje em dia raro e arredio.
Nas poucas reservas marinhas em que existe sem a preocupação da caça, é um peixe quase tão dócil quanto o mero.
Ameaçado de extinção pelo fato de sua carne ser considerada umaiguaria pela população do mundo todo, principalmente da China, onde um exemplar é vendido em leilão e alcança preços altíssimos.
Este comércio não tem como ser sustentável, e vai levar à extinção do peixe, que demora para se reproduzir e crescer.
Peixes cada vez menores são leiloados, e daqui a alguns anos estarão leiloando apenas os filhotinhos, até que acabe de vez.....
Pode chegar até 200 kg

Tartarugas-marinhas
Cheloniidae é a família da ordem das tartarugas que inclui as espécies de tartaruga que vivem
no mar.
O grupo dos quelônios é constituído por seis gêneros e sete espécies, todas elas ameaçadas
de extinção.
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Habitat
As tartarugas-marinhas habitam todos os oceanos, menos o Antártico.
A maioria das espécies são migratórias e viajam pelos oceanos, orientando-se com a ajuda
do campo magnético da Terra.
A maior tartaruga
A tartaruga-de-couro é a maior espécie, e pode chegar a 2m de comprimento e 1,5 m de
largura, com 600 kg de peso.

quarta-feira,24 de abril, 2013
Um bioma é um conjunto de tipos de vegetação que abrange grandes áreas contínuas, em escala regional, com flora e fauna similares, definida pelas condições físicas predominantes nas regiões. Esses aspectos climáticos, geográficos e litológicos (das rochas), por exemplo, fazem com que um bioma seja dotado de uma diversidade biológica singular, própria.
No Brasil, os biomas existentes são (da maior extensão para a menor): a Amazônia, o cerrado, a Mata Atlântica, a Caatinga, o Pampa e o Pantanal.
A seguir, conheça cada bioma do Brasil.
Amazônia
Extensão aproximada: 4.196.943 quilômetros quadrados
A Amazônia é a maior reserva de biodiversidade do mundo e o maior bioma do Brasil – ocupa quase metade (49,29%) do território nacional. Esse bioma cobre totalmente cinco Estados (Acre, Amapá, Amazonas, Pará e Roraima), quase totalmente Rondônia (98,8%) e parcialmente Mato Grosso (54%), Maranhão (34%) e Tocantins (9%). Ele é dominado pelo clima quente e úmido (com temperatura média de 25 °C) e por florestas. Tem chuvas torrenciais bem distribuídas durante o ano e rios com fluxo intenso.
O bioma Amazônia é marcado pela bacia amazônica, que escoa 20% do volume de água doce do mundo. No território brasileiro, encontram-se 60% da bacia, que ocupa 40% da América do Sul e 5% da superfície da Terra, com uma área de aproximadamente 6,5 milhões de quilômetros quadrados.
A vegetação característica é de árvores altas. Nas planícies que acompanham o Rio Amazonas e seus afluentes, encontram-se as matas de várzeas (periodicamente inundadas) e as matas de igapó (permanentemente inundadas). Estima-se que esse bioma abrigue mais da metade de todas as espécies vivas do Brasil.
Cerrado
Extensão aproximada: 2.036.448 quilômetros quadrados
O Cerrado é o segundo maior bioma da América do Sul e cobre 22% do território brasileiro. Ele ocupa totalmente o Distrito Federal e boa parte de Goiás (97%), de Tocantins (91%), do Maranhão (65%), do Mato Grosso do Sul (61%) e de Minas Gerais (57%), além de cobrir áreas menores de outros seis Estados. É no Cerrado que está a nascente das três maiores bacias da América do Sul (Amazônica/Tocantins, São Francisco e Prata), o que resulta em elevado potencial aquífero e grande biodiversidade. Esse bioma abriga mais de 6,5 mil espécies de plantas já catalogadas.
No Cerrado predominam formações da savana e clima tropical quente subúmido, com uma estação seca e uma chuvosa e temperatura média anual entre 22 °C e 27 °C. Além dos planaltos, com extensas chapadas, existem nessas regiões florestas de galeria, conhecidas como mata ciliar e mata ribeirinha, ao longo do curso d’água e com folhagem persistente durante todo o ano; e a vereda, em vales encharcados e que é composta de agrupamentos da palmeira buriti sobre uma camada de gramíneas (estas são constituídas por plantas de diversas espécies, como gramas e bambus).
Mata Atlântica
Extensão aproximada: 1.110.182 quilômetros quadrados
A Mata Atlântica é um complexo ambiental que engloba cadeias de montanhas, vales, planaltos e planícies de toda a faixa continental atlântica leste brasileira, além de avançar sobre o Planalto Meridional até o Rio Grande do Sul. Ela ocupa totalmente o Espírito Santo, o Rio de Janeiro e Santa Catarina, 98% do Paraná e áreas de mais 11 Unidades da Federação.
Seu principal tipo de vegetação é a floresta ombrófila densa, normalmente composta por árvores altas e relacionada a um clima quente e úmido. A Mata Atlântica já foi um dos mais ricos e variados conjuntos florestais pluviais da América do Sul, mas atualmente é reconhecida como o bioma brasileiro mais descaracterizado. Isso porque os primeiros episódios de colonização no Brasil e os ciclos de desenvolvimento do país levaram o homem a ocupar e destruir parte desse espaço.
Caatinga
Extensão aproximada: 844.453 quilômetros quadrados
A Caatinga, cujo nome é de origem indígena e significa “mata clara e aberta”, é exclusivamente brasileira e ocupa cerca de 11% do país. É o principal bioma da Região Nordeste, ocupando totalmente o Ceará e parte do Rio Grande do Norte (95%), da Paraíba (92%), de Pernambuco (83%), do Piauí (63%), da Bahia (54%), de Sergipe (49%), do Alagoas (48%) e do Maranhão (1%). A caatinga também cobre 2% de Minas Gerais.
A Caatinga apresenta uma grande riqueza de ambientes e espécies, que não é encontrada em nenhum outro bioma. A seca, a luminosidade e o calor característicos de áreas tropicais resultam numa vegetação de savana estépica, espinhosa e decidual (quando as folhas caem em determinada época). Há também áreas serranas, brejos e outros tipos de bolsão climático mais ameno.
Esse bioma está sujeito a dois períodos secos anuais: um de longo período de estiagem, seguido de chuvas intermitentes e um de seca curta seguido de chuvas torrenciais (que podem faltar durante anos). Dos ecossistemas originais da caatinga, 80% foram alterados, em especial por causa de desmatamentos e queimadas.
Pampa
Extensão aproximada: 176.496 quilômetros quadrados
O bioma pampa está presente somente no Rio Grande do Sul, ocupando 63% do território do Estado. Ele constitui os pampas sul-americanos, que se estendem pelo Uruguai e pela Argentina e, internacionalmente, são classificados de Estepe. O pampa é marcado por clima chuvoso, sem período seco regular e com frentes polares e temperaturas negativas no inverno.
A vegetação predominante do pampa é constituída de ervas e arbustos, recobrindo um relevo nivelado levemente ondulado. Formações florestais não são comuns nesse bioma e, quando ocorrem, são do tipo floresta ombrófila densa (árvores altas) e floresta estacional decidual (com árvores que perdem as folhas no período de seca).
Pantanal
Extensão aproximada: 150.355 quilômetros quadrados
O bioma Pantanal cobre 25% de Mato Grosso do Sul e 7% de Mato Grosso e seus limites coincidem com os da Planície do Pantanal, mais conhecida como Pantanal mato-grossense. O Pantanal é um bioma praticamente exclusivo do Brasil, pois apenas uma pequena faixa dele adentra outros países (o Paraguai e a Bolívia).
É caracterizado por inundações de longa duração (devido ao solo pouco permeável) que ocorrem anualmente na planície, e provocam alterações no ambiente, na vida silvestre e no cotidiano das populações locais. A vegetação predominante é a savana. A cobertura vegetal original de áreas que circundam o Pantanal foi em grande parte substituída por lavouras e pastagens, num processo que já repercute na Planície do Pantanal.
Quinta-feira,25 de abril,2013
Viúva-negra
Viúva-negra é o nome que se dá em geral às aranhas do gênero Latrodectus, de distribuição cosmopolita. Existem atualmente 32 espécies válidas neste gênero.
A viúva-negra-americana (Latrodectus mactans) é uma espécie de aranha da família dos teridiídeos, distribuída por toda a América. A fêmea possui coloração negra brilhante, com larga mancha vermelha em forma de ampulheta na superfície ventral do abdômen, e cerca de 1 centímetro de comprimento. O nome provém do fato de a fêmea geralmente se alimentar do macho após a cópula. Sua picada é muitas vezes fatal. No Brasil, é encontrada atualmente próxima ao mar, sobretudo em praias pouco frequentadas. É amplamente encontrada em torno da Baía da Guanabara.
Por ser uma aranha muito conhecida no Brasil e por saber-se que sua peçonha é muito forte, há a alusão de que esta é a aranha mais venenosa que existe. Porém, mesmo no Brasil, existem dois gêneros considerados de maior perigo: a aranha-marrom (Loxosceles sp.), e a armadeira (Phoneutria sp.), sendo esta última considerada por muitos a aranha mais peçonhenta do mundo, ambas encontradas em praticamente todo o país.
Durante a cópula (ato sexual), o macho introduz sua genitália (palpos modificados em bulbo espermático) conhecida como êmbolo na vagina da fêmea. Logo após a introdução dos espermatozoides, com um movimento brusco o macho quebra sua genitália dentro da espermateca para garantir sua perpetuação, impedindo que outro macho copule novamente com a mesma fêmea. E como os aracnídeos são providos de sistema circulatório aberto, o macho após a cópula morre por hemorragia perdendo seu fluxo sanguíneo.
A viúva-negra-americana também é conhecida pelo nome de aranha-do-linho. Os sintomas da picada costumam aparecer entre 40 e 60 minutos após o ataque e se caracterizam por sudorese (eliminação excessiva de suor nas glândulas e perda de calor), dor local intensa, dor no abdômen e em casos graves, choques. As viúvas-negras podem tecer teias. Costumam ficar em ambientes escuros e frescos.
A viúva-negra-mediterrânica (Latrodectus tredecimguttatus) é uma espécie cuja distribuição engloba a área mediterrânica e parte da Ásia. Apresenta normalmente uma coloração mais viva que a viúva-negra-americana (o nome tredecimguttatus significa treze gotas) e o seu veneno não está tão bem estudado, no entanto, tudo aponta para que seja igualmente venenosa. Os casos de picada desta aranha em pessoas não são frequentes, já o mesmo não se pode dizer do gado pois são conhecidas inúmeras mortes de gado bovino e cavalos devido à picada desta aranha que se instala em arbustos por onde o gado se desloca e se alimenta. As fêmeas adultas encontram-se durante todo o ano, os machos normalmente apenas no Verão. É uma espécie muito popular entre os aracnófilos e cada vez mais vendida como animal de estimação.
A viúva-negra-americana (Latrodectus mactans) é uma espécie de aranha da família dos teridiídeos, distribuída por toda a América. A fêmea possui coloração negra brilhante, com larga mancha vermelha em forma de ampulheta na superfície ventral do abdômen, e cerca de 1 centímetro de comprimento. O nome provém do fato de a fêmea geralmente se alimentar do macho após a cópula. Sua picada é muitas vezes fatal. No Brasil, é encontrada atualmente próxima ao mar, sobretudo em praias pouco frequentadas. É amplamente encontrada em torno da Baía da Guanabara.
Por ser uma aranha muito conhecida no Brasil e por saber-se que sua peçonha é muito forte, há a alusão de que esta é a aranha mais venenosa que existe. Porém, mesmo no Brasil, existem dois gêneros considerados de maior perigo: a aranha-marrom (Loxosceles sp.), e a armadeira (Phoneutria sp.), sendo esta última considerada por muitos a aranha mais peçonhenta do mundo, ambas encontradas em praticamente todo o país.
Durante a cópula (ato sexual), o macho introduz sua genitália (palpos modificados em bulbo espermático) conhecida como êmbolo na vagina da fêmea. Logo após a introdução dos espermatozoides, com um movimento brusco o macho quebra sua genitália dentro da espermateca para garantir sua perpetuação, impedindo que outro macho copule novamente com a mesma fêmea. E como os aracnídeos são providos de sistema circulatório aberto, o macho após a cópula morre por hemorragia perdendo seu fluxo sanguíneo.
A viúva-negra-americana também é conhecida pelo nome de aranha-do-linho. Os sintomas da picada costumam aparecer entre 40 e 60 minutos após o ataque e se caracterizam por sudorese (eliminação excessiva de suor nas glândulas e perda de calor), dor local intensa, dor no abdômen e em casos graves, choques. As viúvas-negras podem tecer teias. Costumam ficar em ambientes escuros e frescos.
A viúva-negra-mediterrânica (Latrodectus tredecimguttatus) é uma espécie cuja distribuição engloba a área mediterrânica e parte da Ásia. Apresenta normalmente uma coloração mais viva que a viúva-negra-americana (o nome tredecimguttatus significa treze gotas) e o seu veneno não está tão bem estudado, no entanto, tudo aponta para que seja igualmente venenosa. Os casos de picada desta aranha em pessoas não são frequentes, já o mesmo não se pode dizer do gado pois são conhecidas inúmeras mortes de gado bovino e cavalos devido à picada desta aranha que se instala em arbustos por onde o gado se desloca e se alimenta. As fêmeas adultas encontram-se durante todo o ano, os machos normalmente apenas no Verão. É uma espécie muito popular entre os aracnófilos e cada vez mais vendida como animal de estimação.
| Latrodectus mactans comendo um insecto. |
sábado,27 de abril,2013
O Mar
mar é uma longa extensão de água
salgada conectada
com um oceano. O termo
também é usado para grandes lagos salinos que não tem saída natural, como o mar
Cáspio, o mar Morto, o mar de
Aral e outros.
O termo é usado num sentido menos geográfico para designar uma parte do oceano,
como mar tropical ou água
do mar se referindo às águas
oceânicas.
A água do mar é transparente. Mas, quando se observa, ele parece azul,
verde ou até cinzento. O reflexo do céu não torna o mar azul , o que torna o
mar azul é o fato de que a luz azul não é absorvida ,ao contrario do amarelo e
do vermelho. Também depende da cor da terra ou das algas transportadas pelas
suas águas. A partir
de uma certa profundidade, as cores começam a sumir do fundo do mar. A primeira
cor a desaparecer é a vermelha, aos seis
metros; depois, aos quinze, some a amarela, até
chegar a um ponto em que só se verá a cor azul.
Durante milhões de anos, a chuva formou cursos de água que iam dissolvendo lentamente rochas de
todos os períodos geológicos, nas quais o sal comum é
encontrado em abundância (esse sal se soltava das rochas). Esses cursos de água
desembocavam no mar. Como todos os rios correm
para o mar, ele ficou com quase todo o sal.
Muitos mares são mares
marginais.
Durante a Idade Média e até à
descoberta do novo mundo os famosos "sete
Mares" eram: mar
Glacial (Ártico), Mar da França, Mar da Espanha, Mar Oceânico, Mar das
Antilhas, Mar Austral (oceano Atlântico) e o mar das Índias.
Mas o conceito de sete mares,
ainda que desenvolvido na Grécia e em Roma, tem raízes mais antigas. A primeira
referência histórica dos Sete Mares remonta 2.300 a.C., encontrada em uma
gravura suméria. Essa divisão do mundo em sete mares, quatro continentes e
quatro rios, é mais filosófica que realmente cartográfica. Atualmente são
considerados como os Sete Mares do mundo os oceanos:
·
Pacífico Norte
·
Pacífico Sul
·
Atlântico Norte
·
Atlântico Sul
·
Índico
·
Ártico
·
Antártico
sábado,27 de abril, 2013
Desequilíbrio Ecológico
O que
é o Desequilíbrio Ecológico
Foram necessários milhões de anos para
que a mãe natureza colocasse ordem na casa e equilibrasse os ecossistemas. O
problema é que pequenas mudanças podem provocar o desequilíbrio ecológico. Em
condições naturais, essas alterações costumam ser pequenas e são rapidamente
neutralizadas pela a natureza.
O desequilíbrio ecológico ocorre quando
algum elemento (animal ou vegetal) de um ecossistema é reduzido em quantidade,
adicionado ou subtraído. Esta mudança pode originar reações em cadeia e
repercutir diretamente no funcionamento do ecossistema.
Causas
A ação
do homem é a principal causa de desequilíbrio ecológico na atualidade. Muitas
atividades humanas causam mudanças tão intensas e tão rápidas, que os
mecanismos naturais não conseguem neutralizar a tempo seus efeitos nocivos.
Entre estas ações, podemos citar o desmatamento, a caça e a pesca sem controle e a urbanização em áreas de matas e florestas.
Entre estas ações, podemos citar o desmatamento, a caça e a pesca sem controle e a urbanização em áreas de matas e florestas.
Temos visto muito a “invasão” de espécies
animais silvestres para o ambiente urbano. O homem, com o crescimento das
cidades, avança sobre o habitat dos animais, insetos e os deixam sem opções, ou
estes se extinguem, ou buscam uma nova forma de sobrevivência. Hoje em dia é
muito comum ver, periquitos, araras, tucanos, abelhas, entre outros bichos
voando nos grandes centros urbanos. É bonito, mas é triste, pois as matas que
estes animais habitavam estão sendo destruídas.
É bem complicado nos dias de hoje plantar
alguma cultura como tomate sem o uso de elementos de controle, um descuido e
sua plantação é invadidade por fungos, besouros, lagartas, vespas, etc. O
homem, na tentativa de evitar a perda de sua produção, apela para agrotóxicos
que no final das contas provocam mais desequilibrio ainda.
Muitas espécies não eram consideradas pragas,
mas a diminuição da oferta de alimentos fez com que seus hábitos alimentares
mudassem e estas, para sobreviver, passaram a atacar outras especies animais ou
vegetais. É comum ver periquitos comendo manga verde, algo que não se via
antigamente.
A introdução de novas espécies para
conter o avanço de outras também é o início de um problema muito maior. Existem
vários exemplos de experiências mal sucedidas no mundo. Alguns exemplos famosos
são a introdução do caramujo africano, confundido com o Escargot para
culinária, o bagre africano, espécie altamente predadora que já causou enormes
prejuízos para a fauna aquática brasileira, a introdução de sapos cururu na
Austrália que tem provocado uma tragédia para outras espécies de sapos ou de
predadores naturais que se envenenam devido a alta toxidade dessa espécie.
Outro
problema causado pelo desequilibrio, gerado pelo avanço do desmatamento é a
mudança na hidrografia de uma região, rios e córregos se tornam assoreados,
erosões invadem suas margens e até o leito do manancial muda, quando este não
chega a secar. Muitas espécies de peixes somem, outras mais fortes dominam e
alguns casos, nenhuma sobrevive. Até uma barragem pode provocar um completo
desequilibrio de espécies, pois um rio de água rápidas, passa até aguas lentas,
alterando algumas características físicas do ambiente.
O homem, na tentativa de se adaptar a um ambiente, constrói, destrói, altera, não se importando com as outras espécies presentes no local, porque para ele, o importante é a sua sobrevivência, enquanto a de plantas e animais é mera consequência.
O homem, na tentativa de se adaptar a um ambiente, constrói, destrói, altera, não se importando com as outras espécies presentes no local, porque para ele, o importante é a sua sobrevivência, enquanto a de plantas e animais é mera consequência.
Exemplo
e consequências
Homens começam a caçar cobras numa
determinada área ecologicamente equilibrada. Com a diminuição no número de
cobras aumenta consideravelmente o número de sapos (alimento destas cobras).
Com isso, a quantidade de insetos começa a reduzir significativamente, podendo
faltar para outras espécies que também se alimentam de insetos. Isso pode até
provocar a extinção de certas espécies, caso elas sejam encontradas apenas
naquela área. Com a diminuição das cobras, pode também aumentar o número de
roedores (ratos, por exemplo) que podem invadir áreas residenciais próximas em
busca de alimentos.

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